Solo livre para respirar, água livre de contaminação e a redução da sensação térmica de calor. Essas são algumas das vantagens da pavimentação ecológica!A Cidade de Belém e especialmente as suas ilhas correm o risco de ter seu solo contaminado e impermeabilizado pelo asfalto. Grandes obras que desconsideram o escoamento da água, a preservação do solo e o aumento do calor excessivo estão avançando sem pensar no futuro da população. Desde fevereiro, um Projeto de Lei que propõe a pavimentação ecológica está parado na Câmara Municipal de Belém. É urgente pressionar para que o presidente da Câmara, John Wayne, coloque o PL em votação e garanta alternativas sustentáveis ao asfalto para as ilhas e para toda a cidade!




Pressione o Presidente da Câmara de Vereadores de Belém!

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querem a pavimentação ecológica!







Pensar formas sustentáveis para Belém e suas ilhas é um grande desafio, mas também uma necessidade urgente diante das consequências desastrosas da crise climática, sobretudo para amenizar as frentes de calor que já fazem parte da realidade das regiões insulares da Amazônia.

Ouvir a comunidade é fundamental para que essas soluções aconteçam com participação social e protagonismo de quem vive os impactos diretos e já desenvolve tecnologias ancestrais e comunitárias para enfrentá-los.

Desde fevereiro, um Projeto de Lei que propõe a pavimentação ecológica está parado na Câmara Municipal de Belém. É hora de agir! Vamos pressionar o presidente da Câmara, John Wayne, para que coloque o PL em votação e garanta alternativas sustentáveis ao asfalto para as ilhas e toda cidade de Belém!!










Por que pavimentação ecológica?

Um dos fatores que contribuem para o aumento das problemáticas relacionadas a enchente e alagamentos e ao processo hidrológico, é a impermeabilidade do solo, causada pelo uso massivo de asfalto e concretos nos centros urbanos, contribuindo dessa forma, para o surgimento das famosas ilhas de calor. Um dos pontos positivos em relação a pavimentação ecológica, é ser uma alternativa para combater essas problemáticas. É muito comum que em projetos de planejamento das soluções de saneamento, no intuito de resolver problemas pontuais, como os citados acima, não se leve em consideração a realidade e dinâmicas do território, o que gerará a longo e médio prazo intensificação desses problemas.






A questão socioterritorial de uma ilha/território

Atualmente o modelo e a visão sobre saneamento acaba sendo uma verdadeira receita de bolo, aplicada em toda e qualquer situação, desconsiderando as especificidades de cada localidade. É um modelo que não prioriza as relações socioambientais, os benefícios que a paisagem proporciona ou a história daquele espaço, mas apenas o custo-benefício para alguns atores como o próprio Estado e outros detentores de capital. Por isso, é importante levar em consideração a dinâmica e o modo de vida da comunidade que será beneficiada com esses projetos de saneamento. E nesse sentido, muito tem se prezado por Soluções Baseadas na natureza (Sbn), para mitigação de problemas como a intensificação de micro-climas, enchentes e alagamentos, pois visam justamente, atender objetivos ambientais, sociais e econômicos.





Solução a partir do protagonismo da comunidade

Essas soluções devem vir acompanhadas do envolvimento popular, a partir das suas demandas. Ultrapassada é a ideia de (des)envolvimento, de algo que vem fora para dentro, onde não há participação daqueles que serão atingidos com a política pública, preponderando um visão hegemônica e desassociada do bem - viver. Tecnologias ativas e sociais que busquem alternativas mais adequadas para cada território, é o único caminho possível para se combater os ônus socioambientais decorrentes de modelos que não priorizam as relações sociais com a natureza e o meio ali existente, gerando e agravando as injustiças no âmbito social, ambiental e climático.